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Ao Fim de Tudo

27 de maio de 2010

Ao Fim de Tudo

Pouca Vogal

Composição: Duca Leindecker

Minhas lágrimas não caem mais,
Eu já me transformei em pó
E os meus gritos não se escutam mais
Estão na direção do Sol
Meu futuro não me assusta ou faz
Correr pra desprender o nó
Que me amarra a garganta e traz
O vazio de viver só…

Se alguém encontrou um sentido para a vida, chorou
Por aumentar a perda que se tem ao fim de tudo transformando o silêncio que até então é mudo
Naquela canção,
que parece encontrar a razão
Mas que ao final se cala frente ao tempo que não para frente a nossa lucidez.

(refrão)

Sinceramente gente, esta canção salvou a minha semana que vinha assim meio embolorada, achei uma obra prima, cheia de poesia, musicalidade e filosofia. Esse novo cd do Humberto Gessinger é realmente muito bom principalmente para quem anda querendo algo simples, com muito lirismo e completamente diferente do que ele andava fazendo no Engenheiros do Hawaí. As canções despretenciosas, mas muito boas. Confesso que até me emocionei e olhe que isso vem sendo difícil de acontecer, pois o Capitalismo nos torna meio máquinas. Na correria do dia a dia, não temos mais tempo de pararmos e observarmos as coisas simples  que realmente importam e pintam a nossa vida. Apesar de tudo ainda somos humanos, esta canção e esse cd tão inesperadamente me lembraram isso. Espero que vocês ouçam e se emocionei, assim como eu.  

Abraços Fraternos,

Romão Júnior. 

From → Etc. e tal

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