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Treine para UEPB E INSS 2012

8 de fevereiro de 2012

Texto I

Medidas preventivas

As vítimas de ciberbullying têm o direito de prestar queixa e de pedir sanções penais. Caso o autor das ofensas tenha menos de 16 anos, os pais serão processados por injúria, calúnia e difamação. Se tiver entre 16 e 18 anos, responderá com os pais. E se tiver mais de 18 anos, assumirá a responsabilidade pelos crimes.

Para garantias legais, salve e imprima as páginas da internet onde foram divulgadas as mensagens de difamação ou ofensa sofrida e procure testemunhas. Não hesite em prestar queixa em delegacia comum ou naquela especializada em crimes virtuais, se houver uma em sua cidade.

Outras dicas pedagógicas são fundamentais e podem ajudar na conscientização dos alunos: dialogue com eles sobre o ciberbullying, para que não vejam esse ato como brincadeira.

Mostre a repercussão e a responsabilidade jurídica que esses atos podem levar. Converse também com os pais, realize palestras com toda a comunidade escolar. Verifique se o regimento interno da escola prevê sanções a quem pratica atos agressivos. Em caso negativo, discuta com colegas gestores a possibilidade de incluir o tema.

Participe mais das redes sociais na internet, expresse suas opiniões, combata as agressões com diálogo; é preciso assumir os espaços das redes sociais como espaço de aprendizagens, cooperação e formação. Conheça as representações que os alunos possuem

sobre sua prática pedagógica e reflita sobre elas. Assim, poderemos começar a trilhar um caminho mais eficaz em relação ao combate ao ciberbullying.

(ROCHA, Telma B. Na mira dos alunos. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/carta-na-escola/na-mira-dos-alunos.htm> Acesso em: 11 out. 2010)

QUESTÕES

 

1. (PaqTcPB – 2010) O texto se dirige a que leitores?

a) Gestores.                    b) Alunos.

c) Professores.               d) Comunidade escolar.                          

e) Família.

2. (PaqTcPB – 2010) Assinale a alternativa que melhor resume o texto, considerando-se sua organização e sua seleção de ideias.

a) A autora dá informações jurídicas e educativas às vítimas de ciberbullying, tais como denunciar e discutir na escola.

b) A autora informa às vítimas de ciberbullying seus direitos e garantias legais, descreve condições para incriminar os agressores e sugere medidas educativas para evitar o ciberbullying.

c) O texto aborda as medidas preventivas que devem ser tomadas pelas vítimas de ciberbullying, denuncia os agressores e orienta como a escola deve se proteger.

d) O texto informa que as vítimas devem buscar ajuda junto às autoridades policiais, afirma que os agressores são jovens, por isso os pais é que são seus responsáveis, e defende que o melhor é tomar medidas preventivas.

e) As vítimas de ciberbullying são amparadas pela lei, por isso devem fazer denúncia, para punir os agressores, que são sempre jovens. Por serem menores, quem responde por esses agressores são seus pais. Tendo em vista o número de adolescentes envolvidos nesses crimes, a escola precisa tomar providências também, orientando seus alunos.

 

3. (PaqTcPB – 2010) Das duplas de palavras abaixo, indique as que NÃO são sinônimas:

a) Difamação – infâmia.                   b) Injúria – ofensa.

c) Descrédito – difamação.              d) Calúnia – invenção.

e) Difamação – perversão.

4. (PaqTcPB – 2010) Em “é preciso assumir os espaços das redes sociais como espaços de aprendizagens” (4º§), a marca de modalização sublinhada indica:

I – Convicção pessoal do enunciador.

II – Necessidade na realização da ação indicada.

III – Obrigatoriedade na realização da ação indicada.

Está(ão) correta(s):

a) I e II.             b) I.

c) II.                  d) III.

e) I e III.

 

Texto II

Pós-11/9

Li que em Nova York estão usando “dez de setembro” como adjetivo, significando antigo, ultrapassado. Como em: “Que penteado mais dez de setembro!”. O 11/9 teria mudado o mundo tão radicalmente que tudo o que veio antes – culminando com o day before [dia anterior], o último dia das torres em pé, a última segunda-feira normal e a véspera mais véspera da História – virou preâmbulo. Obviamente, nenhuma normalidade foi tão afetada quanto o cotidiano de Nova York, que vive a psicose do que ainda pode acontecer. Os Estados Unidos descobriram um sentimento inédito de vulnerabilidade e reorganizam suas prioridades para acomodá-las, inclusive sacrificando alguns direitos de seus cidadãos, sem falar no direito de cidadãos estrangeiros não serem bombardeados por eles. Protestos contra a radicalíssima reação americana são vistos como irrealistas e anacrônicos, decididamente “dez de setembro”.

Mas fatos inaugurais como o 11/9 também permitem às nações se repensarem no bom sentido, não como submissão à chantagem terrorista, mas para não perder a oportunidade do novo começo, um pouco como Deus – o primeiro autocrítico – fez depois do Dilúvio. Sinais de revisão da política dos Estados Unidos com relação a Israel e os palestinos são exemplos disto. E é certo que nenhuma reunião dos países ricos será como era até 10/9, pelo menos por algum tempo. No caso dos donos do mundo, não se devem esperar exames de consciência mais profundos ou atos de contrição mais espetaculares, mas o instinto de sobrevivência também é um caminho para a virtude. O horror de 11/9 teve o efeito paradoxalmente contrário de me fazer acreditar mais na humanidade.

A questão é: o que acabou em 11/9 foi prólogo, exatamente, de quê? Seja o que for, será diferente. Inclusive por uma questão de moda, já que ninguém vai querer ser chamado de “dez de setembro” na rua.

(Luis Fernando Verissimo, O mundo é bárbaro)

5. (FCC/NOSSA CAIXA – ADVOGADO 2011) Já se afirmou a respeito de Luis Fernando Verissimo, autor do texto aqui apresentado: “trata-se de um escritor que consegue dar seriedade ao humor e graça à gravidade, sendo ao mesmo tempo humorista inspirado e ensaísta profundo“. Essa rara combinação de planos e tons distintos pode ser adequadamente ilustrada por meio destes segmentos do texto:

I. Que penteado mais dez de setembro! e Os Estados

Unidos descobriram um sentimento inédito de vulnerabilidade.

II. um pouco como Deus – o primeiro autocrítico – fez depois do Dilúvio e o instinto de sobrevivência também é um caminho para a virtude.

III. fatos inaugurais como o 11/9 também permitem às nações se repensarem e não se devem esperar exames de consciência mais profundos.

Em relação ao texto, atende ao enunciado desta questão o que se transcreve em

a) I, II e III.

b) I e II, apenas.

c) II e III, apenas.

d) I e III, apenas.

e) II, apenas.

6. (FCC/NOSSA CAIXA – ADVOGADO 2011)  Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:

a) significando antigo, ultrapassado (1o parágrafo) = conotando nostálgico, recorrente.

b) reorganizam suas prioridades para acomodá-las

(1o parágrafo) = ratificam suas metas para as estabilizarem.

c) atos de contrição mais espetaculares (2o parágrafo)

= demonstrações mais grandiosas de arrependimento.

d) teve o efeito paradoxalmente contrário (2o parágrafo)

= decorreu de uma irônica contradição.

e) foi prólogo, exatamente, de quê? (3o parágrafo) = a que mesmo serviu de pretexto?

7. (FCC/NOSSA CAIXA – ADVOGADO 2011)  Ao comentar a tragédia de 11 de setembro, o autor observa que ela

a) foi uma espécie de prólogo de uma série de muitas outras manifestações terroristas.

b) exigiria das autoridades americanas a adoção de medidas de segurança muito mais drásticas que as então vigentes.

c) estimularia a população novaiorquina a tornar mais estreitos os até então frouxos laços de solidariedade.

d) abriu uma oportunidade para que os americanos venham a se avaliar como nação e a trilhar um novo caminho.

e) faria com que os americanos passassem a ostentar com ainda maior orgulho seu decantado nacionalismo.

8. (FCC/NOSSA CAIXA – ADVOGADO 2011) Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

a) De fato, humor ferino e crítica lúcida podem convergir em um mesmo texto, como é o caso dessa crônica exemplar de Luis Fernando Veríssimo.

b) Há casos exemplares de crônicas como esta, aonde a ironia, a mordacidade e a análise sabem conviver de modo a que pareçam naturais.

c) Este autor tem conseguido viver apenas do que escreve, além de eventuais entrevistas em que ele concede, mesmo se considerando tímido.

9. (PaqTcPB – 2010)  Considerando o uso dos verbos  e seu significado no texto I, marque a alternativa com a informação equivocada:

a) O emprego do futuro do presente do indicativo (1º§) tem função prescritiva, determinando as sanções destinadas aos infratores e aos seus responsáveis.

b) A injunção marca-se no texto através do emprego do modo imperativo, a partir do qual o enunciador explicitamente dirige-se ao professor, apresentando-lhe medidas preventivas e educativas em relação ao combate ao ciberbullying.

c) O modo subjuntivo denota no texto relação semântica de condição e possibilidade.

d) A ocorrência do modo imperativo, devido a sua natureza injuntiva, limita-se à função conativa da linguagem.

e) A ocorrência do modo imperativo denota apenas a preocupação do enunciador com os graves problemas causados pelo ciberbullying.

d) O autor equipara o 11/9 ao Dilúvio bíblico, com base na proporção desses fatos e do sentido de autocrítica que contribui para ambos.

e) Poucos autores se pronunciaram sobre o 11/9, seja por que em respeito aos sacrificados, ou por que é comum que as grandes tragédias impliquem em silêncio.

10. (FCC/NOSSA CAIXA – ADVOGADO 2011) Na frase, do texto II, No caso dos donos do mundo, não se devem esperar exames de consciência mais profundos, é correto afirmar que

a) a construção verbal é um exemplo de voz ativa.

b) a partícula se tem a mesma função que em E se ela não vier?

c) a forma plural devem concorda com exames.

d) ocorre um exemplo de indeterminação do sujeito.

e) a expressão donos do mundo leva o verbo ao plural.

 

11. (PaqTcPB – 2010)  Quanto à organização sintático-semântica do texto I, julgue como certas (C) ou erradas (E) as assertivas abaixo:

I. A construção “em caso negativo”(4º§) pode ser substituída por “caso contrário”, sem alterar o registro formal escrito.

II. A preposição “a”(4º§) pode ser retirada sem causar prejuízo à regência formal, nem ao sentido.

III. O pronome relativo “onde”(2º§) pode ser trocado por “aonde” sem prejuízos à regência formal, nem ao sentido.

IV. A preposição “em” (2º§, 2ª ocorrência) poder ser substituída por “na” mantendo correção na regência e correspondência semântica.

A sequência correta é:

a) C C E E.                       b) C E C E.

c) E C E C.                       d) E E C C.

e) C E E E.

12. (FCC/NOSSA CAIXA – ADVOGADO 2011) A má construção exige que se dê nova redação à seguinte frase:

a) Por se sentirem donos do mundo, os países mais poderosos não estão habituados a fazer, com humildade, uma análise crítica de si mesmos.

b) Uma das consequências do trágico episódio de 11/9 foi o bombardeio a que os Estados Unidos submeteram o Iraque, país tomado como bode expiatório.

c) O significado que a expressão dez de setembro passou a ter depois do trágico atentado denota a preocupação dos americanos com o que está ou não na moda.

d) Jamais os Estados Unidos haviam tomado consciência de sua vulnerabilidade, que ficou evidenciada com o bem-sucedido ataque terrorista às torres gêmeas.

e) Ainda que se considere um episódio obviamente trágico, as torres gêmeas constituíam um símbolo da opulência capitalista e da alta tecnologia americana.

13. (FCC/NOSSA CAIXA – ADVOGADO 2011) Está adequado o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:

a) A obsolescência e o anacronismo, atributos nos quais os americanos manifestam todo seu desprezo, passaram a se enfeixar com a expressão dez de setembro.

b) O estado de psicose, ao qual imergiram tantos americanos, levou à adoção de medidas de segurança em cuja radicalidade muitos recriminam.

c) A sensação de que o 11/9 foi um prólogo de algo ao qual ninguém se arrisca a pronunciar é um indício do pasmo no qual foram tomados tantos americanos.

d) Não é à descrença, sentimento com que nos sentimos invadidos depois de uma tragédia, é na esperança que queremos nos apegar.

e) Fatos como os de 11/9, com que ninguém espera se deparar, são também lições terríveis, de cujo significado não se deve esquecer.

14. (PaqTcPB/AGENTE ADMINISTRATIVO – 2010)  Levando em consideração o registro formal da língua, assinale a frase adequada:

a) Não há dúvida que a maioria dos casos de bullying acontece no interior da escola.

b) Não a dúvida de que a maioria dos casos de bullying acontece no interior da escola.

c) Não há dúvida de que a maioria dos casos de bullying acontece no interior da escola.

d) Não a dúvida que a maioria dos casos de bullying acontecem no interior da escola.

e) Não há dúvida que maioria dos casos de bullying acontecem no interior da escola.

15. (FCC/TRT- ENFERMEGEM 2011) Está adequado o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:

a) Os argumentos de que devemos nos agarrar devem se pautar nos limites da racionalidade e da justiça.

b) Os casos históricos em que Voltaire recorre em seu texto ajudam-no a demonstrar de que a pena de morte é ineficaz.

c) A pena de talião é um recurso de cuja eficácia muitos defendem, ninguém se abale em tentar demonstrá-la.

d) Os castigos a que se submetem os criminosos devem corresponder à gravidade de que se reveste o crime.

e) As ideias liberais, de cuja propagação Voltaire se lançou, estimulam legisladores em quem não falte o senso de justiça.

 

16. (FCC/TRT- ENFERMEGEM 2011)Tanto as fontes quanto a própria historiografia falavam a linguagem do poder

Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:

a) eram faladas.

b) foi falada.

c) se falaram.

d) era falada.

e) tinha-se falado.

17. (FCC/TRT- ENFERMEGEM 2011) Está adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase:

a) Os criminosos que tenham ultrajado a pátria seriam forçados a servi-la pelo tempo que se julgava necessário.

b) Os que vierem a ultrajar a pátria deveriam ser submetidos a um castigo que trouxera consigo uma clara lição.

c) Ninguém seria indiferente a uma vultosa soma que venha a receber como indenização ao delito que o prejudique.

d) O próprio criminoso, se mantivesse alguma dose de decência, possa tirar proveito da lição a que seja submetido.

e) Sempre houve povos que, por forte convicção, evitaram a guerra, ainda quando fossem provocados.

18. (PaqTcPB – 2010)  Assinale a alternativa cujo grupo de palavras é regido pela mesma regra de acentuação gráfica:

a) próximos/ benefícios/raciocínio.                       

b) horário/também/até.                          

c) média/raciocínio/céticos.

d) atrás/ até/ avós.                                                 

e) atrás /já/ também.

19. (PaqTcPB – 2010) Dadas as palavras:

I- apóiam. II- bainha. III- abençôo.

Constatamos que está(estão) corretamente acentuada(s)?

a) apenas a palavra I.

b) as palavras I e II.

c) apenas a palavra III.

d) as palavras II e III.

e) apenas a palavra II.

20. A alternativa cujo verbo tem o valor semântico oposto de exalar é:

a) Inalar.

b) Expirar.

c) Expelir.

d) Exportar.

e) Expulsar

AMANHÃ ESTARÁ DISPONÍVEL O GABARITO.

From → Exercícios

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