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LISTA DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS 02 – ASSEMBLEIA 2013

1 de fevereiro de 2013

Texto I
A Amazônia, dona de uma bacia hidrográfica com cerca de 60% do potencial hidrelétrico do país, tem a chance de emergir como uma região próspera, capaz de conciliar desenvolvimento, conservação e diversidade sociocultural. O progresso está diretamente ligado ao papel que a região exercerá em duas áreas estratégicas para o planeta: clima e energia. Não se trata de explorar a floresta e deixar para trás terra arrasada, mas de aproveitar o valor de seus ativos sem qualquer agressão ao meio ambiente. Para isso, basta que o Brasil seja capaz de colocar em prática uma ampla e bem-sucedida política socioambiental, a exemplo do que faz a indústria cosmética nacional, que seduziu o mundo com a biodiversidade brasileira. É marketing e é conservacionismo também.
Segundo o pesquisador Beto Veríssimo, fundador do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), a floresta é fundamental para a redução global das emissões de gases de efeito estufa. “O Brasil depende da região para produzir mais energia e não sou contra a expansão da rede de usinas aqui, mas é preciso cautela, para não repetir erros do passado, quando as hidrelétricas catalisaram ocupação desordenada, conflitos sociais e desmatamentos. Enfrentar o desmatamento da Amazônia é crucial para o Brasil.”
(Trecho de Diálogos capitais. CartaCapital, 7 de setembro de 2011, p. 46)

1. (FCC 2012) No último parágrafo, o pesquisador

(A) lamenta o fato de ser necessário desmatar a floresta para criar condições mais favoráveis para a Amazônia, especialmente quanto ao fornecimento de energia elétrica.
(B) aponta para as dificuldades que surgirão com os novos projetos de construção de usinas hidrelétricas na região amazônica.
(C) defende a construção de novas usinas, por trazerem benefícios para toda a região, ainda que seja necessário desmatar grandes áreas de floresta.
(D) alerta para a necessidade de um planejamento de ações, para evitar, como já têm acontecido, fatos comprometedores do desenvolvimento sustentável da Amazônia.
(E) constata que, apesar da abundância de recursos hídricos na região amazônica, é inaceitável seu aproveitamento com a construção de novas usinas hidrelétricas.

2. (FCC 2012) É marketing e é conservacionismo também. (final do 1o parágrafo)

O exemplo referente à indústria de cosméticos retoma em linhas gerais a ideia contida em:
(A) O progresso está diretamente ligado ao papel que a região exercerá em duas áreas estratégicas para o planeta: clima e energia.
(B) … mas de aproveitar o valor de seus ativos sem qualquer agressão ao meio ambiente.
(C) O Brasil depende da região para produzir mais energia…
(D) … quando as hidrelétricas catalisaram ocupação desordenada, conflitos sociais e desmatamentos.
(E) Enfrentar o desmatamento da Amazônia é crucial para o Brasil.

3. (FCC 2012) A Amazônia, dona de uma bacia hidrográfica com cerca de 60% do potencial hidrelétrico do país, tem a chance de emergir como uma região próspera, capaz de conciliar desenvolvimento, conservação e diversidade sociocultural.

O sentido geral do que se diz acima está retomado, com clareza e correção, em:
(A) As riquezas naturais da região amazônica e, especialmente, seu potencial hidrelétrico propiciam a ela um futuro promissor, com um desenvolvimento aliado à preservação de sua diversidade ambiental e cultural.
(B) Com a sua diversidade, o ambiente da Amazônia se dispõe para alcançar sucesso, em parte nos recursos hidrelétricos da região, cerca de muito grandes, por sua conservação, e a prosperidade que virá.
(C) A região que deverá se tornar próspera, é a Amazônia, que com seus recursos hidrelétricos em potencial e a biodiversidade, ela vai ser capaz de concordar com a conservação e o desenvolvimento.
(D) A bacia hidrográfica abundante na região amazônica, com suas hidrelétricas, vão permitir o desenvolvimento dessa mesma região, em conjunto com a diversidade social e ambiental que ali se encontra.
(E) Todo o desenvolvimento da região amazônica, com seus rios abundantes e potencial de construir hidrelétricas, serão o fator do crescimento regional, com desenvolvimento da diversidade e do ambiente.

Texto II
Na reunião em que foi eleito diretor-geral da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO) da ONU, o ex-ministro brasileiro José Graziano da Silva assegurou – com sua experiência de gestor do programa de combate à fome entre nós – que esta será sua prioridade: enfrentar esse problema no mundo, para que até 2015 o número de carentes de alimentos no planeta, hoje em torno de 1 bilhão, se reduza à metade. “É o desafio do nosso tempo”, disse na ocasião o ex-secretário da ONU, Kofi Anan, lembrando que um dos complicadores dessa questão, “o protecionismo dos ricos” à sua produção de alimentos, só tem aumentado. E isso quando a própria FAO alerta que os preços desses produtos continuarão a subir nos próximos dez anos. E que a produção precisará crescer 70% até 2050, para alimentar os 9,2 bilhões de pessoas que estarão no mundo nessa época. Ele alertou também para os crescentes compra e arrendamento de terras em outros países, por especuladores de fundos de alto risco de países industrializados.
Tudo acontece num cenário paradoxal. Um relatório da própria FAO assegura que um terço dos alimentos produzidos no mundo, cerca de 1,3 bilhão de toneladas anuais, se perde ou é desperdiçado. Os consumidores ricos desperdiçam 222 milhões de toneladas de frutas e hortaliças – tanto quanto a produção de alimentos na África. E assim vamos no mundo dos paradoxos. A produção de alimentos cresce, sobem os preços, “commodities” transformam-se em garantia para investimentos, juntamente com a compra de terras em países mais pobres. Mas não se consegue sair de perto do número terrível de 1 bilhão de famintos no planeta, 40% da humanidade, vivendo abaixo da linha de pobreza.
(Trecho com adaptações do artigo de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, A2, Espaço Aberto, 1 de julho de 2011)

4. (FCC 2012) A ideia central do texto está explicitada em:
(A) O aumento do número de famintos nas regiões pobres do planeta exige atitudes de autoridades em relação ao comércio mundial de alimentos.
(B) A especulação econômica em torno de terras nos países em desenvolvimento põe em risco a produção de alimentos.
(C) A ação prioritária da FAO, órgão da ONU, estará voltada para a redução do número de pessoas que passam fome em todo o mundo.
(D) O aumento dos preços de alimentos decorrente da busca de lucros pelos países mais ricos agrava a fome em todo o planeta.
(E) O desperdício de alimentos, principalmente nos países ricos, é a razão primeira do aumento de preços em países mais pobres.

5. (FCC 2012)O cenário paradoxal a que o autor alude no 2o parágrafo se estabelece entre
(A) o desperdício de alimentos nos países mais ricos e o incremento do comércio mundial, para atender a toda a população no planeta.
(B) a proteção dos países ricos aos seus estoques de alimentos e o aumento da produção em todo o mundo, alavancada por altos investimentos no setor agrícola dos países mais pobres.
(C) a especulação em torno da posse de terras para a agricultura nos países mais pobres e o protecionismo dos ricos à produção de alimentos, para controlar a alta dos preços no mercado internacional.
(D) a produção de alimentos nos países mais ricos que só cresce, em razão dos enormes investimentos no setor, e a luta dos países mais pobres para superar a falta de tecnologia na agricultura.
(E) o crescimento econômico e até mesmo o da produção de alimentos e os efeitos da fome que atinge grande parte da população mundial, que vive em extrema pobreza.

6. (FCC 2012) E isso quando a própria FAO alerta que os preços desses produtos continuarão a subir nos próximos dez anos. E que a produção precisará crescer 70% até 2050, para alimentar os 9,2 bilhões de pessoas que estarão no mundo nessa época. (1o parágrafo)

Considerando-se a maneira como o autor inicia o segmento transcrito acima, é correto deduzir que se trata de
(A) crítica ao posicionamento dos países ricos, que vem dificultando tanto a oferta mundial de alimentos quanto sua aquisição por preços mais baixos.
(B) observação que se justifica pela busca de menores preços em um mercado de alimentos sempre sujeito à concorrência entre países produtores e países importadores.
(C) certeza de que a atuação da FAO vem sendo determinante para manter o equilíbrio da oferta no mercado de alimentos, apesar do constante e progressivo aumento de preços.
(D) conclusão de que a procura por terras destinadas à produção de alimentos nos países mais pobres poderá ajudar a reduzir o número de famintos no mundo.
(E) constatação de que o desafio existente em torno do necessário aumento da produtividade agrícola no mundo todo será de difícil resolução para a FAO.

Texto III
Ainda que existam estudos modernos levantando a hipótese de que a tragédia grega teria tido sua origem em rituais fúnebres, danças mímicas de atores mascarados em homenagem a heróis mortos, a tese geralmente aceita é a de que nasceu dos cultos a Dionísios, deus do vinho e da fertilidade, das fontes da vida e do sexo.
Duas figuras merecem atenção na fase primitiva do teatro grego: um tirano, Pisístrato, e um ator, Téspis. O primeiro oficializou o culto a Dionísios, mandou organizar as festas dionisíacas urbanas e chamou Téspis para promovê-las anualmente. De forma competitiva, passaram a ser realizadas durante seis dias na primavera. Para muitos, Téspis foi o primeiro ator. E também o responsável por transformações decisivas na libertação da dramaturgia das amarras da poesia.
Aristóteles deixou-nos o primeiro documento básico de teoria teatral: Poética, dissecando a estrutura da tragédia e da comédia, caracterizando os gêneros e suas diferenças, explicando suas origens e analisando seus elementos. Estudando a poesia dramática em relação à lírica e à épica, acentua seu significado estético, cívico e moral. Para Aristóteles a arte é imitação da natureza; o drama é a imitação de ações, tendo por objetivo provocar compaixão e terror. A identificação do público com os personagens coloca o primeiro em estado de êxtase e assim poderá atingir a purgação dessas emoções.
(Fragmento adaptado de Fernando Peixoto. O que é teatro, 4.ed., S.Paulo: Brasiliense, 1981, p.67 e 68)

7. (FCC 2012) Segundo o autor, o surgimento da tragédia grega,
(A) que se pensava estar ligado a Dionísios, passou a ser creditado a Aristóteles, autor da Poética, em que expõe a sua teoria teatral.
(B) não obstante a recuperação de nomes como os de Pisístrato e Téspis, permanece ainda uma verdadeira incógnita.
(C) em consenso finalmente obtido entre os estudiosos, relaciona-se aos cultos ao deus do vinho e das fontes da vida, Dionísios.
(D) em que pese a importância de Dionísios, tem sido com maior frequência vinculado aos rituais e encenações fúnebres em honra dos heróis.
(E) a despeito de divergência mais ou menos recente, costuma ser associado aos cultos a Dionísios, o deus do vinho e das fontes da vida.

8. (FCC 2012) O segmento cujo sentido está corretamente expresso em outras palavras é:
(A) dissecando a estrutura = aglutinando os elementos estruturais
(B) libertação da dramaturgia = extroversão dramática
(C) purgação dessas emoções = emancipação desses sentimentos
(D) compaixão e terror = piedade e pavor
(E) levantando a hipótese = auferindo a convicção

Texto IV
Os doutores do pessimismo
Não é preciso ser um grande gênio para constatar que vivemos num mundo bárbaro, que o ser humano é capaz das maiores atrocidades, que a vida é feita de competição, inveja, egoísmo e crueldade. Ninguém precisa ter vivido num campo de prisioneiros na Sibéria nem ter sido moleque em região violenta de uma grande cidade para saber disso. Mas virou moda, entre muitos intelectuais e jornalistas, anunciar uma espécie de “visão trágica” do mundo, como se se tratasse da mais surpreendente novidade.
Com certeza há nisso uma reação saudável contra o excesso de otimismo. Nada mais correto do que denunciar o horror. O que me parece estranho é que, mais que denunciar o horror, esses pensadores trágicos e jornalistas sombrios gostam de destruir as esperanças. O reconhecimento do Mal, a percepção de que ninguém é “bonzinho” e de que a realidade é uma coisa dura e feia vão-se transformando em algo próximo do fascínio. E, com diferentes níveis de elaboração e de cortesia pessoal, esses autores tendem a fazer do fascínio uma estratégia de choque.
Quanto mais chocarem o pensamento corrente (que considera ruim bombardear crianças e bom defender a
Amazônia, por exemplo) mais ganharão em originalidade, leitura e cartas de protesto. Parece existir uma competição nas páginas dos jornais e na Internet para ver quem conseguirá ser o mais “durão”, o mais “realista”, o mais desencantado. Será chamado de ingênuo ou nostálgico todo aquele que quiser algo melhor do que o mundo em que vive. Então, aquilo que deveria ser ponto de partida se torna ponto de chegada: o horror e a crueldade fazem parte da paisagem. Melhor assim, quem sabe: “nós, pelo menos, tiramos disso a satisfação de não sermos ingênuos”. Você está esperançoso com a vitória de Obama? Ouço um risinho: “que otário”. Você quer que se preservem as reservas indígenas da Amazônia? Mais um risinho: os militares brasileiros entendem mais do problema do que você, que pensa ser bonzinho mas é tão malvado como nós. “Pois o ser humano é mau, desgraçado e infeliz desde que foi expulso do Paraíso.
Você não sabe disso?”
O que sei é que algumas pessoas foram expulsas do Paraíso para morar numa mansão em Beverly Hills e outras para morar em Darfur (*).
(Adaptado de Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo, 21/01/2009)

(*) Beverly Hills = rica cidade da Califórnia; Darfur = região pobre e conflituosa do Sudão.

9. (FCC 2009) O autor do texto insurge-se contra intelectuais e jornalistas que
(A) desconfiam de quem dissemina um excesso de pessimismo.
(B) denunciam as grandes atrocidades perpetradas pelo homem.
(C) defendem com radicalismo a preservação das reservas indígenas da Amazônia.
(D) propagam seu fascínio por uma visão de mundo desencantada.
(E) usam o pessimismo como estratégia para a defesa de boas causas.

10. (FCC 2009) O autor faz ver que, no afã de defenderem suas convicções, os doutores do pessimismo
(A) passam a se apoiar em valores do senso comum, na esperança de obterem um maior apoio de seus fiéis leitores.
(B) costumam ver na manifestação do horror um fato natural e consumado, em vez de tomá-la como estímulo a uma reação.
(C) acham desafortunadas tanto as pessoas que moram em Beverly Hill como as que moram em Darfur.
(D) posam de nostálgicos nas páginas dos jornais, para provocar polêmicas e cartas de protesto dos leitores.
(E) hesitam em considerar como boas as notícias que a maioria das pessoas não teve dúvida em julgar auspiciosas.

11. (FCC 2009) Atente para as seguintes afirmações:

I. Embora ache saudável a denúncia das barbaridades do mundo, o autor se espanta com o prazer que isso dá a intelectuais e jornalistas que gostam de cultivar a desesperança.
II. Os doutores do pessimismo parecem atribuir a si mesmos, segundo o autor do texto, a qualidade de realistas, que fazem questão de se opor a quem alimenta esperanças de um mundo melhor.
III. No último parágrafo, com alguma ironia, o autor apresenta uma réplica à ideia de que todos os seres humanos estão, igualmente, condenados à infelicidade.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
(A) I, II e III.
(B) I e II, somente.
(C) II e III, somente.
(D) I e III, somente.
(E) I, somente.

12. (FCC 2009) Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
(A) uma espécie de “visão trágica” (1o parágrafo) = tipo uma perspectiva sinistra.
(B) diferentes níveis de elaboração (2o parágrafo)  incongruentes planos de efetivação.
(C) uma estratégia de choque (2o parágrafo) = a tática de uma admoestação.
(D) tiramos disso a satisfação (3o parágrafo) = excluímos assim o prazer.
(E) fazem parte da paisagem (3o parágrafo) = estão integrados ao mundo.

Texto V
Entre ações e acionistas
Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo cada vez melhor… Essa força vem, certamente, da atualização, sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos. Melancolicamente, isso também significa que a história da humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.
Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em associações empresariais, mas cada um dos acionistas não cuida senão de seus dividendos… A observação é ferina, pelo alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal que nos põe em marcha na direção de um objetivo supostamente coletivo.
Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes promovemos agrupamentos e colaborações. É como se Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão verdadeira de cada ato.
Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos, com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.
(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

13. (FCC 2009) É correto afirmar, analisando o desenvolvimento do texto, que o autor,
(A) no 1o parágrafo, refere-se com reverência a Machado de Assis, embora não adiante ainda qualquer razão que a justifique.
(B) no 2o parágrafo, ressalta a razão pela qual Machado de Assis julgou que seus contemporâneos eram homens piores que os de outras épocas.
(C) no 3o parágrafo, ressalva a veracidade da observação machadiana sobre os acionistas, chegando a considerá-la inoportuna.
(D) no 4o parágrafo, comprova afirmações suas anteriores, mostrando como o curso da História revigora a atualidade das convicções machadianas.
(E) em cada um dos parágrafos, acentua a importância de Machado de Assis para os estudos mais especulativos sobre Ética.

14. (FCC 2009) Atente para as seguintes afirmações:

I. O egoísmo humano, segundo nos lembra um dos contos machadianos, exemplifica-se bem nas iniciativas em que é a maior rentabilidade individual o motivo mesmo da criação de associações.
II. O fato de serem excessivamente pessimistas as considerações machadianas sobre os interesses humanos acaba resultando em que suas lições despertam interesse diminuído a cada dia.
III. Se as convicções de Machado se mostrarem cada vez mais acertadas, servirão de argumento para quem deseje sustentar o desprendimento pressuposto ao sistema capitalista.

Em relação ao texto, está correto SOMENTE o que se afirma em:
(A) I e II.
(B) I e III.
(C) II e III.
(D) II.
(E) I.

From → Interp. de Texto

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